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Esta é a Bainha da Daniela | This is Daniela's Bainha

VESTI BAINHA DE COPAS E CONTO-VOS COMO FOI 

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No post anterior dei-vos a conhecer a Graça e a Bainha de Copas dela. Do que não vos falei foi do desafio que a Graça lançou ao Letras E Gavetas!

Diferente é a palavra de ordem deste blog e, quando a Graça me falou desta ideia, eu nem pestanejei antes de aceitar. E qual era a minha tarefa, imaginam? Pois bem: tive de escolher uma peça da Bainha de Copas, trazê-la para junto de todas as minhas roupas e combiná-la com algo que tornasse aquele look num look muito meu.
A saia Tale of Tiles é linda. Quando a vi, soube que ela era a minha peça eleita. Quanto mais roupas a Graça me mostrava, de mais peças eu gostava!, mas foi a Tale of Tiles que trouxe comigo. Não há amor como o primeiro, estão já vocês a segredar mentalmente. Já sentada no metro, com o saco pousado no acento ao meu lado, não parava de imaginar combinações para usar com a saia.
Decidi-me por dois looks muito casuais – até porque a mini-sessão foi a um Sábado à tarde que se revelou um dia de Novembro bem primaveril fotográfica (deixo saltitar já aqui um agradecimento à Sara Silva do blog 18 and a Life pelas fotografias, pela companhia boa do costume e pela diversão que tudo isto foi)! Combinei a Tale of Tiles com umas collants azuis-escuras e com uns ténis de ganga clara (já sei, a opção é discutível! Mas eu sou a miúda do calçado confortável). Para a parte de cima escolhi uma blusa branca que fui combinando com uma camisa de ganga clara e com um casaco de malha fina azul-escura. No cabelo, um dos lenços lindos da Bainha de Copas.
O cenário escolhido foi Alcobaça porque, para além de ser a minha terra de sempre, tem como lema “Dê lugar ao amor”. Confessemos: só podia levar a Bainha de Copas para a cidade do amor. Pedro e Inês concordariam comigo neste momento, estou certa disso!
Como me senti
Bem, bem-mas-bem! Conto-vos já que a minha avó se confessou apaixonada pela saia assim que me pôs a vista em cima. E eu entendo-a muito bem: é que, para além de me sentir uma mini-princesa, sentia que a minha saia era o centro das atenções – no bom sentido. Algumas pessoas passavam por mim e não tiravam os olhos da Tale of Tiles. Achei muito engraçado! À parte disso, até os meus passos me pareciam muito mais confiantes. Conhecem, né? Aquela sensação de serem a melhor bolacha da vitrina! Foi muito isso que me aconteceu. A pior parte foi mesmo ter de despir a saia no final do dia.
Para além de linda e colorida, a saia enche a vista de qualquer um. No fundo, roubou-me o protagonismo todo, esta marota! Um obrigada gigante à doce e também colorida Graça.

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December 13, 2015

E SE A ROUPA CONTASSE HISTÓRIAS QUE NOS FICAM BEM?

http://www.letrasegavetas.blogspot.pt/2015/12/e-se-roupa-contasse-historias-que-nos.html#more

Daniela Peralta escreve sobre a Bainha de Copas no seu blogue Letras e Gavetas.

E SE A ROUPA CONTASSE HISTÓRIAS QUE NOS FICAM BEM?

Alguém de vós se recorda da fadista Mariza, em plena abertura da Final dos Campeões,vestida com uma saia azul e branca comprida linda de morrer? Pois eu lembro. Aliás: nunca mais me esqueci! Quando recentemente descobri o nome da marca da saia, nem pensei direito antes de contactar os responsáveis. Quando a Graça me respondeu que nos podíamos encontrar… acreditem em mim: fiquei em êxtase!

Graça Maria Martins é a sonhadora que desenhou a Bainha de Copas. Licenciada em Comunicação Social, com raízes em Guimarães e sem gosto por caracóis, a Graça dá a mão à palmatória no que toca a apontar algumas características suas: “fico tão apaixonada por isso que acho impossível ser só eu a gostar” e “sou uma pessoa muito obcecada por aquilo que estou a fazer quando gosto”. Nos primeiros anos da Bainha de Copas, ia entregar as peças a casa dos clientes e esperava até que estes as vestissem e gostassem. Tudo o que aprendeu, foi com o pai, “sobretudo, a ter um coração maior”. Não havia um único dia em que o pai não lhe “trouxesse um livro para casa”; talvez daí o amor pelas histórias e historinhas! Confessa-me que adora “histórias de qualquer tipo” e que é “muito colorida por dentro e por fora”. Cá eu, que a conheci e que a adorei logo no segundo seguinte, garanto-vos que ela tem razão no que diz. É daquelas pessoas que trazem o coração na boca. E nas mãos. E no peito. Em todo o lado!

 

 

As peças contam (mesmo) histórias

 

A Bainha de Copas nasceu em 2010 e a Graça contava-me numa das nossas conversas que “quando nasce uma coisa, essa coisa nasce porque tem potencial”. O potencial da Bainha tem vindo a crescer ao longo destes cinco anos que se passaram. E a Graça continuava a lógica: “existe uma grande responsabilidade de fazer essa coisa crescer”.

O nome fica-nos na memória e os padrões utilizados nas colecções da Bainha também não nos largam nunca mais! “Foi um nome muito fácil: eu gosto da Alice no País das Maravilhas… Bainha de Copas, claro”!, diz-me a responsável pela marca.       

A primeira colecção da Bainha de Copas, designada por Mess Is More - porque a Graça “não sabia onde parar! Era mais uma abelha, mais uma flor…” – surgiu do acaso. “O pai de uma amiga [de Graça] tem um acervo de fotografias a azulejos” e o desafio de torná-las numa colecção de roupa daí resultou. E aconteceu. E tem vindo a acontecer desde aí. “Temos um museu ao ar livre em Portugal”, diz-me sorridente. O que fascina Graça é “a passagem do tempo. Quando falha um azulejo, alguém vai lá pôr outro. Mesmo que não tenha nada que ver com o que lá estava, alguém teve essa preocupação!”. Também daí me coloca a questão: “porque é que vemos os turistas a tirar fotografias?”. Pois é: andam mais atentos do que muitos de nós.

 

Para que todo o trabalho da Graça e da equipa da Bainha de Copas seja reconhecido é preciso que andem atentos no dia-a-dia. É preciso reparar em tudo. Observar com atenção. Absorver. Este trabalho, garante-me a Graça, “é uma espécie de pôr a boldaquilo que a vida já nos dá”. E continua: “é a vida que nos inspira para este trabalho. A vida tem tudo o que nós precisamos para sermos felizes. Isto é uma espécie desublinhado que nos diz: olha lá para isto que a vida te está a dar”.

Pelo país e pelo mundo

“É giro ouvir dizer ‘vi uma Bainha na rua’ e eu já cheguei mesmo a dizer ‘essa Bainha é minha!’”, conta-me. Logo depois, fala-me de como a marca está presente em países como o Canadá, Alemanha, Austrália e Japão. O mercado da Saudade, que envolve milhares de portugueses espalhados pelo mundo, é uma das maiores vantagens. O truque essencial para que a marca se torne inesquecível aos olhos de quem a vê, no fundo, é “apostar em cortes clássicos e intemporais”, numa “selecção de padrões” e numa “escolha de cores” que tornem estas peças especiais. Mas especiais de forma a que, quando for altura de “fazer uma limpeza ao meu armário, estas peças fiquem para os filhos e, se calhar, quando fores avó ainda as vais vestir”!

Todas as peças são produzidas em Guimarães e muitas têm mão dos criativos da Fundação Ricardo Espírito Santos da Silva. Desta forma, leitores, é importante dizer-vos que estas peças são únicas e produzidíssimas em Portugal! Estão à venda n’A Vida Portuguesa, na Loja das Meias e também naFundação Ricardo Espírito Santos da Silva. À parte disso, claro, o novo site oficial da Bainha de Copas e o Facebook da marca são óptimos meios para que entrem em contacto com alguém que vos ajudará.

Amanhã falo-vos do desafio que a Graça me lançou... e que eu aceitei! :)

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December 09, 2015

Artes e ofícios portugueses transformados em roupa by Observador

Enquanto o futuro permanece incerto, as oficinas de artes decorativas da Fundação Ricardo do Espírito Santo Silva são a inspiração de uma nova coleção da Bainha de Copas.

Em vez de atirar a toalha ao chão, a Fundação Ricardo do Espírito Santo Silva (FRESS) resolveu vestir uma blusa de seda e pôr um lenço ao pescoço. Enquanto as notícias se enchiam de expressões como “crise no GES”, “perda de mecenato” e “futuro incerto”, as agulhas da Bainha de Copas corriam a toda a velocidade para pôr de pé a coleção que é apresentada esta quinta-feira, 28, na casa que funciona também como escola e Museu de Artes Decorativas Portuguesas.

A parceria nasceu precisamente dos tempos conturbados: de um lado a FRESS, à procura de fontes de financiamento alternativas depois do colapso do Grupo Espírito Santo, seu principal mecenas e financiador, mas também a tentar abrir a casa e mostrar que não há apenas cómodas de estilo D. Maria a serem feitas no número 2 do Largo das Portas do Sol, em Lisboa. Do outro lado a Bainha de Copas, uma marca que tem vindo a transformar o património nacional em moda, dentro de um conceito chamado “Portuguese Wearitage” (qualquer coisa como “herança para vestir”) e que teve um dos seus pontos altos no momento em que Mariza usou uma saia cheia de azulejos perante 400 milhões de pessoas, na cerimónia de abertura da Liga dos Campeões, em maio do ano passado.

http://observador.pt/2015/05/27/artes-e-oficios-portugueses-transformados-em-roupa/

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Portuguese Wearitage da Bainha de Copas agora em Serralves

A marca portuguesa Bainha de Copas acredita que padrões, cores e cortes dão pano para mangas para fazer pessoas felizes. Reinterpreta o património português e convida artistas, designers, ilustradores e fotógrafos para criar produtos que contem histórias a cada vez mais mundo. Japão, Canadá, França, Austrália fazem já parte do livro de viagens da marca. Serralves apresenta agora estas histórias "de vestir": "A Tale of Tiles" e "Versatile", inspiradas no património azulejar português; as "Bainhas de Rua", carteiras e malas que, com base nas Fotos de Rua de graffitis, expõem a criatividade de artistas urbanos desconhecidos. A partir de Março na Loja de Serralves.

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Portuguese Wearitage by Bainha de Copas now in Serralves

The Portuguese brand Bainha de Copas believes that patterns, colours and tailored cuts are the most perfect dress for happy people's stories. We celebrate the Portuguese heritage by inviting artists, designers, illustrators and photographers to create outfits and accessories which will tell stories to a bigger world.  Japan, Canada, France and Australia are already part of this brand's traveling book. It's now time for Serralves to present these 'wearable' stories: "A Tale of Tiles" and "Versatile", inspired by the Portuguese tiles heritage; "Bainhas de Rua", purses and handbags, which, being based on graffiti street photos, show the creativity of unknown urban artists. Available in Serralves Shop from March on. 

 

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